segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Como a Psicologia e a Hipnose influenciaram a Publicidade

Segundo o filósofo Luiz Felipe Pondé, no futuro, apenas as pesquisas psicológicas da Publicidade serão relevantes, afinal, os publicitários precisam vender e não podem inventar resultados sobre temas como, por exemplo, "a auto-imagem da mulher" – enquanto que a Psicologia enquanto ciência possui diversos mecanismos para inventar resultados para suas pesquisas.

A história da Psicologia e também da Hipnose se encontra com a história da Publicidade em vários momentos.

Um dos primeiros encontros foi através de John Watson, pai do Comportamentalismo, uma das áreas mais importantes da Psicologia até os dias atuais. Depois de desistir da psicologia, Watson utilizou seus conhecimentos sobre comportamento humano para ser... publicitário! E tornou-se milionário com isso.
Depois dele tivemos Edward Bernays, sobrinho do Freud, foi o criador da profissão de Relações Públicas (o publicitário nos EUA). Segundo o documentário "O Século do Eu", Bernays utilizou os conhecimentos da Psicanálise para, por exemplo, estimular o hábito de fumar entre as mulheres (na sua época, por volta da década de 1930, pegava mal que mulheres fumassem, ele então fez diversas campanhas de marketing que diziam que fumar era desafiar os homens).

A hipnose entra em cena com as falsas pesquisas de James Vicary. Ele afirmou que havia feito uma experiência em que as frases “Beba Coca Cola” e “Coma Pipoca” apareciam durante um filme em milésimos de segundos, de forma imperceptível para o espectador. Posteriormente, descobriu-se que as pesquisas eram falsas com informações totalmente inventadas.

Atualmente, a Publicidade e o Marketing possuem pesquisas robustas e sérias para melhorarem seus serviços através de maior conhecimento do comportamento humano.

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